A depressão é uma das enfermidades mais associadas ao estilo de vida moderno e pode atingir qualquer faixa etária, raça, ou classe social. As causas da depressão são inúmeras, mas o estresse é sem dúvida a principal delas, embora os hábitos alimentares tenham uma estreita ligação com a depressão.
Exercícios simples de respiração, uma alimentação natural e rica em frutas, verduras e cereais, diminui o impacto da depressão sobre o organismo.
O ômega 3, uma gordura encontrada em muitos vegetais como as nozes, o agrião e o espinafre e em peixes como o salmão, é considerada por muitos especialistas um remédio contra a depressão. Estudos revelam que esses óleos (ômega 3) revestem a membrana celular dos neurônios dando-lhe fluidez facilitando a passagem dos impulsos nervosos e o reestabelecimento do doente deprimido.
A linhaça é um exemplo de alimento muito rico em ômega 3. Duas colheres de sopa de semente de linhaça junto com as refeições (almoço e jantar) ajuda a prevenir uma série de doenças, inclusive a depressão.
O que é depressão?
A depressão é definida com um sentimento de tristeza intensa, que pode ocorrer após evento triste, mas que é desproporcional à importância do evento e persiste além de um período de tempo justificável.
As causas da depressão podem ser hereditarias, mas também podem ter relação com efeitos colaterais de certos medicamentos, personalidade introvertida e eventos emocionalmente desagradáveis, em especial aqueles que envolvem uma perda. Porém, a depressão também pode surgir ou piorar sem qualquer estresse existencial evidente ou significativo
Um indivíduo que está entrando em depressão pode parecer lento e triste ou irritadiço e ansioso, tende a se isolar, que fala pouco, pára de se alimentar e dorme pouco, ou de forma estranhamente oposta fica muito agitado, torce as mãos e fala continuamente.
É comum que a pessoa depressiva relate que deixa de sentir emoções e que o mundo parece sem graça, sem vida e morto, além disso o raciocínio, a fala e a atividade geral podem tornar-se mais lentos até todas as atividades voluntárias cessarem. São indecisos e retraídos, têm um sentimento progressivo de desesperança e de desamparo e pensam na morte e no suicídio.
Um episódio de depressão normalmente dura de seis a nove meses, mas pode dura dois anos ou mais. Em geral, os episódios tendem a recorrer várias vezes ao longo da vida.
Como identificar uma depressão
Os sintomas de depressão podem variar, sendo os principais:
- Tristeza persistente;
- Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas;
- Perda de energia, desânimo:
- Dificuldade de concentração ou de tomar decisões;
- Alterações do apetite;
- Sentimentos de culpa, inutilidade ou fracasso.
Outros sintomas comuns:
- Falta de esperança, pessimismo;
- Isônia ou sonolência excessiva;
- Choro sem razão aparente;
- Irritabilidade;
- Mais de 5% de perda ou de ganho de peso;
- Idéias de morte ou tentativas de suicídio;
- Dores frequentes de cabeça, na coluna ou no resto do corpo.
A depressão é uma doença, sem tratamento adequado os sintomas podem durar meses ou até anos.
Depressão atinge crianças que dormem mal
A conclusão de que dormir pouco ou mal pode desenvolver depressão em crianças foi de um estudo publicado em Fevereiro de 2009 onde a autora principal, a pesquisadora Alice M. Gregory, que destacou que o resultado mais surpreendente se encontra entre as razões pelas quais pode haver a ligação entre problemas de sono e depressão em diferentes pontos da vida de uma pessoa jovem, constatando que as influências ambientais como dormir puco ou dormir mal, se tornam com o tempo mais importantes e determinantes.
Os cientistas referem que, embora os problemas de sono na infância explique apenas uma parte do desenvolvimento da depressão em crianças, podem afetar o humor, sua atenção e sua vida social e escolar. Destacam ainda que (46%) quase metade dos problemas de sono, podem ser devido à influência genética, enquanto a depressão seria principalmente causada por influências ambientais.
Outro ponto importante enfatizado pelos pesquisadores é que, questões relacionadas às dificuldades para dormir são mais facilmente abordadas e discutidas com as famílias, sem o estigma negativo associado aos problemas de saúde mental das crianças, que eventualmente surjam com o desenvolvimento consequente da depressão.
Fonte: Bibliomed: Sleep/ 2009.
Vivência Publicidade & Marketing
Assessoria de Imprensa
|